tu andas pelo mundo e não te lembras de mim nesta tua viagem recente desejei que te lembrasses de mim vendo um transeunte, uma rua deserta ou um olhar displicente de algum estrangeiro desejei que te lembrasses de mim porque eu não te esqueço quando alcanço o terceiro mistério do meu terço.
a poesia cruza as pernas aperta meu coração sem me tocar a poesia anda pela rua as vezes ela é santa as vezes ela é puta o poeta deita os olhos nela no café Jaibaras olhando o celular indiferente ao velho vate o poeta se vai em silêncio e olha para trás e se esbarra nos olhos dela.